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“Taken – A Vingança (Taken 2)” de Olivier Megaton


Em 2008 quando Taken chegou às salas de cinema nacionais poucos eram os que tinham sequer ouvido falar do filme.
Apesar de ter estreado em França (com relativo sucesso!) 8 meses antes, apenas no ano seguinte havia de chegar as EUA… só para dar uma ideia do seu percurso.

No entanto, graças a um ritmo implacável, um protagonista surpreendente (no que a filmes de acção diz respeito) e um argumento preciso e eficiente, o filme lá se foi revelando num fenómeno planetário. O principal beneficiário? Liam Neeson que descobriu, assim, uma nova vocação!

Foram necessários 4 anos para voltar a reunir todos os intervenientes originais – com a excepção do realizador Pierre Morel substituído pelo, também, francês Olivier Megaton – e a encontrar um argumento minimamente justificável.

No que diz respeito ao argumento nada a apontar. Apesar das personagens principais (Bryan Mills, a sua filha e a, agora, sua ex-mulher) pouco evoluem, mantêm as características que tanto agradaram aos fãs do primeiro filme. A principal novidade é mesmo a maior presença de Maggie Grace (a filha), já que no capítulo anterior passava a maior parte do tempo… drogada, e agora assume outro protagonismo mesmo nos momentos de maior tensão/acção!

O principal senão reside, então, na opção dos responsáveis em seguir em demasia o conceito explorado no Taken original. Como vimos há contornos distintos mas no final praticamente tudo se resume a ver Bryan Mills (Neeson) perseguir e “desfazer” os maus da fita, graças a um instinto inabalável e uma perícia invejável. Estaríamos à espera de mais…

De viajem por Istambul a trabalho, Bryan é surpreendido pela filha (Grace) e pela ex-mulher (Famke Janssen) para passarem alguns dias em “família”.
No entanto, no seu périplo por Paris, o antigo agente da CIA fez alguns inimigos que procuram agora vingança em nome das muitas vítimas que ele deixou para trás enquanto resgatava a sua filha.
Munidos de um plano praticamente infalível os albaneses só não contariam com a extrema perícia do seu principal alvo… e com a preciosa ajuda da filha deste.

No final temos um filme competente que peca apenas por não arriscar um milímetro, sobretudo na sua segunda metade, caindo na preguiça de repetir a fórmula vencedora do seu antecessor. De qualquer forma é sempre um prazer ver Liam Neeson “distribuir fruta”, ao mesmo tempo que nos tenta convencer que não tem jeito nenhum para aquilo.

Há mesmo gente que não precisa de se esforçar muito para impressionar!

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