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“Pitch Perfect (Um Ritmo Perfeito)” de Jason Moore

Como não há “novidades” dos cinemas para comentar, recuperamos (pelo menos) um dos Home Cinema pendentes. Sim, também no cinema visto em casa, temos uma longa lista de filmes a merecer referência.

Na altura que Pitch Perfect estreou nas salas de cinema do nosso país – Outubro de 2012 – passou-me ao lado. Apesar das boas referências (sobretudo de bilheteira) vindas dos EUA não me encontraria por cá na semana que estreou e este acabou por juntar-se ao (pequeno) rol de estreias “por ver”.

Acabei por desfazer esse ligeiro equívoco no conforto do lar (na altura os Cinema UCI ainda não repunham os filmes que não tinha visto – The Hunt), em meados do ano passado e desde então tem ficado à espera de vez.
Posso confirmar que tratou-se de uma bela surpresa. Filme ligeiro, sem grande suporte ou construção narrativa mas que se destacava pela “boa onda” que transmitia e pela recuperação, para as luzes da ribalta, da notável arte de cantar “à capela”.

Anna Kendrick, na altura praticamente fresca de uma nomeação aos Oscars® – por Up in the Air – assumia pleno protagonismo num filme que parecia encaminhar-se para mais um Mean Girls até aparecer Rebel Wilson e “partir a louça toda”.
A combinação da seriedade de Anna com o desbragamento de Rebel, funciona muito bem, o que acompanhado com algumas das mais famosas melodias dos últimos anos (e outras dos “atuais” anos 80) compõe um produto inquestionavelmente atrativo e pop(ular).
Quem não cantarolou algumas das músicas durante o filme que atire a primeira pedra!

Instigada pelo pai a estudar na faculdade onde anos antes este se formou, Beca (Kendrick) acaba por se sentir prisioneira num mundo que não é o seu. Face à animosidade de parte a parte – dela com a escola e vice-versa – Beca acaba por encontrar refúgio (e algo mais) na rádio da universidade… o local mais próximo que conseguiu encontrar da sua verdadeira paixão, a música.
Daí até entrar na equipa feminina de “canto à capela” da faculdade vai ainda um grande passo (ou nem tanto) mas esses detalhes deixo para vocês deslindarem.

Existem vários momentos admiráveis como a audição de Beca, o mash-up na piscina ou as tiradas de Fat Amy. Cinema leviano, inconsequente e fácil, é verdade, mas até para fazer coisas simples e populares é preciso jeito e gosto. Nesse aspeto John Moore está de parabéns.

Dúvidas houvesse os produtores do filme estão já a preparar uma sequela com estreia prevista no próximo ano, trazendo de volta Anna e Rebel, pelo menos. Sinal de que algo de bom foi feito, certo?

O filme entretém… e está tudo dito!

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