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“Os Pinguins de Madagáscar (Penguins of Madagascar)” de Eric Darnell e Simon J. Smith


Algures entre o segundo e terceiro capítulo de Madagascar foi-se percebendo que os Pinguins eram, de longe, o melhor que o franchise tinha para oferecer!

Rapidamente a “galinha dos ovos de ouro” foi sendo explorada, com particular incidência na TV, para total deleite da pequenada. Criada a (imensa) falange de apoio, foi apenas uma questão de tempo até o peludo quarteto estrear a solo no cinema.

Eric Darnell, realizador da trilogia que nos deu a conhecer estes malucos, junta-se a Simon J. Smith (um dos responsáveis por Bee Movie) para puxar a fita um pouco atrás e ficarmos a conhecer onde tudo começou. Skipper, Kowalski, Private e Rico, o Polo Sul e o inicio de uma bela amizade.

Inadvertidamente, como só a eles podia acontecer, os 4 amorosos pinguins vêem-se arrastados para um complot internacional que ameaça a sua própria existência. Toda a sua perícia, astúcia e espírito de interajuda irá ser posto à prova, especialmente quando uma organização ultra-secreta – The North Wind (ou Vento Norte) – que zela pelo bem estar no mundo, se atravessa no seu caminho e nos seus planos.
Pior que um inimigo implacável, só mesmo um pseudo-aliado armado aos píncaros.

Sempre com um humor certeiro e contido, arrisco-me a dizer que este Penguins of Madagascar será o filme do ano para os mais pequenos. Com uma linguagem simples e acessível, uma história inteligente mas básica e algumas piadas muito bem conseguidas, os Pinguins acrescentaram mais uma estrela ao seu meteórico percurso.

9 anos volvidos, Capitão, Kowalski, Rico e Soldado (na versão portuguesa) deixaram de ser um gag para passarem a assumir total protagonismo. E pensar que na altura um grupo de “miúdos” dava voz a este quarteto…

A “guerra” das versões originais no cinema de animação parece perdida… e as gerações atuais que tanto fervilham com essa decisão irão, mais tarde, perceber as consequências dessa (errada) opção. Porque ler é uma chatice, ouvir línguas estrangeiras “coisa” antiga e nada como o facilitismo de ter tudo “à mão”, sem grandes esforços.
Resta-nos lamentar e, ao menos, sonhar que, a haver exclusividade nas versões traduzidas, elas seja feitas por “malucos” talentosos como os Gato Fedorento.

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