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Antevisão “Baby Driver” de Edgar Wright

É um dos filmes sensação da temporada. Por todas as boas razões!

Realizador: Edgar Wright. O inglês esteve para ser o homem atrás da câmara em Ant-Man mas a relação dos grandes estúdios com os cineastas mais alternativas nunca foi fácil e o (inevitável) “divórcio” aconteceu mesmo durante a rodagem. Claro está que antes de colocar o dedo no Universo da Marvel já ele tinha ganho fama e admiração. A trilogia zombie iniciada com Shaun of the Dead e o graficamente revivalista Scott Pilgrim vs The World, tornaram-no num dos mais admirados e promissores realizadores da atualidade.

Elenco: À cabeça Ansel Elgort. O Caleb da série Divergent e Gus de The Fault in Our Stars é uma estrela em ascenção. A sua imagem de cachorro abandonado graceja-lhe grande repetividade perante o público infanto-juvenil (feminino) mas desde a primeira hora, parece evidente que há ali muito talento a explorar.
Se o seu Baby é o protagonista desta história, o resto do elenco apresenta nomes como Jamie Foxx, Kevin Spacey, Jon Hamm, Jon Bernthal e Lilly James. Ou como se dizia nos anos 90, os Suspeitos do Costume para este tipo de filmes de ação, intriga e romance. E, mais importante do que isso, a química entre todos parece precisa e revigorante.

Argumento: Igualmente da autoria de Edgar Wright, o ponto de partida parece relativamente básico. Um grupo de experientes bandidos que deposita a sua segurança e sobrevivência nos dotes automobilísticos que um jovem invulgar. Por sua vez o jovem, encontrou o amor da sua vida e pensa sair desta vida pouco recomendada. Pensa.
Mas pelo material promocional do filme e, sobretudo, pelo que já se tem lido a seu respeito, a história, os diálogos, as personagens e o enredo são de um primor invejável. Ao ponto de confirmar todas as expetativas em torno do talento de Wright e da própria Sony já ter “encomendado” ao realizador/argumentista novas aventuras!

Factor X: O(s) twist(s) serão obrigatórios e, aparentemente, de um requinte invejável. Mas há, também, a banda sonora, as arrepiantes cenas de ação e o teen romance que concede uma terna sensação de filme de culto a Baby Driver.

Senão vejamos!

Sinopse Oficial: Baby, um jovem e talentoso condutor, especialista em fugas em assaltos, confia na batida da sua banda sonora pessoal para ser o melhor. Quando encontra a miúda dos seus sonhos, Baby vê nela a oportunidade de deixar para trás a sua vida de crime e sair de forma airosa desse universo. No entanto, ao se ver coagido a trabalhar para um chefe do crime, e quando um golpe condenado ameaça a sua vida, o seu romance e a sua liberdade, ele terá de optar pela música certa…

A conjugação de elementos – música, velocidade, ação, intriga, suspense, romance – e de intervenientes é , de facto, irrepreensível. Ainda há dias, a respeito de Overdrive mencionávamos a influência que a saga Fast & Furious teve/tem no cinema atual. Não sei se será justo incluir este Baby Driver na panóplia de filmes que foram beber (alguma) inspiração a um dos franchises mais profícuos e lucrativos dos nossos tempos mas quando se fala de carros a alta velocidade, a menção é quase obrigatória.

A diferença deste para os outros projetos (de filme) é que o enfoque não começa nem se reduz à componente visual e vertiginosa da velocidade. Em Baby Driver essa é apenas uma componente num filme com muito mais para oferecer. Pelo menos, assim parece.

É já uma das grandes revelações deste Verão. E não teremos de esperar muito para tirar as nossas próprias conclusões. Felizmente!

Baby Driver – Alta Velocidade estreia, em Portugal, a 3 de Agosto.

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