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Antevisão “Thor: Ragnarok” de Taika Waititi

Ausentes em Civil War, Thor e Hulk (ainda estou para ver como conseguiram encaixar o Bruce Banner nesta história) têm direito, agora, ao seu merecidíssimo tempo de antena. E não vêm sozinhos. Para além de um revigorado (e regenerado?) Loki (Tom Hiddleston), temos ainda uma nova coqueluche feminina, Valkyrie (Tessa Thompson) e o mais recente super-herói do MCU, Doctor Strange (Benedict Cumberbatch). E, claro, Cate Blanchett no papel de Hela, a poderosa vilã de serviço.

Chris Hemsworth terá sido uma das grandes apostas da Marvel. Quando foi escolhido para encarnar o papel do Deus do Trovão, o ator australiano contava no seu currículo com pouco mais do que o brevíssimo papel do pai de James Kirk, no primeiro filme da nova saga Star Trek. Ao contrário dos seus parceiros de aventuras, Chris era totalmente desconhecido do grande público e com reduzidíssima experiência na 7ª arte. 4 filmes e 6 anos volvidos, o chavão de que “Chris parece ter nascido para ser Thor” encaixa na perfeição. Até parece fácil dizer-se que estava à vista de todos!

Mark Ruffalo é outro dos que está de regresso. Confesso que Mark não é, até hoje, a minha escolha predileta para encarnar Hulk (já para o papel de Bruce Banner não tenho a menor dúvida). Eric Bana e Edward Norton tiveram a sua oportunidade e não foi por eles que o super-herói verde não singrou, a solo. Atores à parte, o percurso da personagem em Avengers tem tornado-a numa das mais fascinantes e complexas… e será reconfortante vê-lo regressar à grande tela. Falta saber como e porquê?!?!

E podíamos continuar. Tom Hiddleston e o seu Loki, Antonhy Hopkins e o seu Odin (que teria falecido, certo?), Edris Elba e o seu Heimdall. Só para mencionar os asgardianos que estão de regresso para mais aventuras. Mas vamos avançar para Hela.
A duplamente oscarizada e talentosa Catt Blanchett junta-se ao elenco da Marvel, no papel da vilã principal deste Thor: Ragnarok. Se a actriz dispensa apresentações, a sua personagem vem rotulada de implacável e vingativa. E pelas imagens do trailer poder e imaginação não lhe faltam. Se os filmes de super-heróis são avaliados pela qualidade do seu vilão, pelo menos em termos de talento estamos conversados.

Sinopse oficial: Thor está preso do outro lado do universo, sem o seu martelo poderoso, e encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir a Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana – às mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Mas, primeiro, precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores que o coloca contra um antigo aliado e companheiro dos Vingadores, Hulk.

 

No meio de tantas histórias e tantas estrelas quase que esquecemos do realizador. O neozelandês Taika Waititi é um daqueles nomes caídos do céu que só um produto consolidado e irreverente como o Marvel Cinematic Universe poderia encontrar. Para além da estreia das suas obras no Festival de Sundance o seu percurso não tem NADA que explique a sua presença como realizador de um filme desta dimensão. Mas, neste momento, é impossível discutir com os produtores da Marvel/Disney quanto às suas escolhas. (ponto)

Num 2017 dominado pelo tom mais sério e pelos tons mais sombrios da DC Comics (mesmo que Wonder Woman tenha magistralmente fugido a esse paradigma), o regresso de Thor e da Marvel ao grande ecrã promete a mesma mistura de humor e ação, com uma paleta de cores quentes e berrantes que a Marvel tão bem nos habituou. Basta ver o trailer e os posters para perceber que o cinema de super-heróis continua a ser feito de diversão, entretenimento e um talento especial para encaixar as histórias e as tiradas certeiras dos seus protagonistas.

A fasquia está cada vez mais elevada, especialmente quando se fala que Infinity Wars marcará, em definitivo, o fim de uma era, e o início de uma nova, no MCU. Até lá teremos Thor, Hulk e demais amigos para nos entreter (e no início do próximo ano Black Panther e o aguardado regresso dos Vingadores mais mundanos).

Thor: Ragnorak estreia, em Portugal, a 26 de Outubro.

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