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“Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva” de Jaume Collet-Serra

Nos dias que correm, é o mais próximo que podemos almejar de um Parque de Diversões. Não fosse o filme inspirado numa das principais atrações dos Parques Walt Disney (NOTA: Paris é dos poucos locais onde a atração Jungle Cruise ainda não existe.).

O filme faz plena questão de reconhecer as suas origens ou não fosse a Disney, por estes dias, uma máquina super profissional de produto integrado, cross-selling e declarado aproveitamento de sinergias!

Comentário empresarial à parte, Jungle Cruise é um regalo para os olhos e demais sentidos e emoções. Do humor à paixão, da surpresa à concretização, da História à fantasia. E se Collet-Serra é, em grande medida, responsável pelo resultado final, a dupla de protagonistas faz o resto!

A química demonstrada por Emily Blunt e Dwayne Johnson agarra os espetadores e faz-nos viver cada aventura com plena energia e entusiasmo. Cada momento de maior tensão é habilmente contrabalançado por uma tirada bem humorada ou um piscar de olhos mais romântico. E tudo regado com uma cumplicidade efervescente, como se dois bons e velhos amigos se tratassem.

O cruzeiro pela selva irrompe pela Amazônia, onde antigos explorados terão encontrado sinais de uma árvore mítica. Apesar do preconceito e entraves sociais, Lily Houghton (Blunt) vive obcecada por essa lenda, ao ponto de arrastar o seu bem menos aventureiro irmão (Jack Whitehall) até Porto Velho, local de entrada nesse mundo selvagem e esfuziante.
Lá ela unirá forças e destinos com Franck (Johnson) o mais talentoso e trambiqueiro capitão da região.

Por entre as mais intrépidas aventuras, a diversão está garantida. Ainda para mais numa sala IMAX, ficamos com a nítida sensação de estarmos a bordo de uma qualquer atração dos Parques Disney. A viagem é turbulenta e emotiva, mas sobretudo super divertida e reconfortante.

O “passeio” tem momentos para todos os gostos, entretendo os passageiros sentados na plateia (de óculos 3D colocados) com se de um barco nos carris se tratasse…

Mais do que um filme pipoca, é entretenimento do bom. Repleto de emoções e revelações, viajamos com eles em busca de novas aventuras… que parecem bem encaminhadas para novos episódios. Material não faltará e malta com talento e (boa) disposição, também não.

Foi realmente muito divertido.
Seguimos agora para o Indiana Jones and the Temple of Peril ou para o Star Tours – The Adventures Continue?!?

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