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“Terminator: Salvation” de McG


A recente avalanche de estreias, antestreias e home cinema, tem-me obrigado a negligenciar um pouco as antevisões. Tenho pena, porque com o aproximar do Verão cinematográfico são muitas as estreias que mereciam um prévio levantar do véu.

Num ano marcado pela continuação de um franchise que muito deve à espectacularidade dos seus robots, Transformers (em antevisão brevemente, espero eu!), um outro mundo povoado por máquinas destruidoras, está prestes a regressar.

25 anos depois de James Cameron e Arnold Schwarzenegger terem dado inicio à saga de Terminator, a Warner Bros. e o realizador McG, juntamente com o multifacetado Christian Bale, prometem retomar a história de John Connor, num distante demasiado próximo.

2018, ultrapassado o dia do Julgamento Final e numa época em que as máquinas ameaçam exterminar para sempre a raça humana da face da Terra, um grupo de humanos, liderados (obviamente!) por um adulto John Connor, prometem alterar o rumo dos acontecimentos. No entanto, a história parece não se repetir e o mundo novo, tantas vezes anunciado por Sarah Connor, parece ter sido alterado!
Mas se John Connor (Bale) continua a ser o líder da revolta, o enigmático Marcus, interpretado pela mais recente descoberta australiana de Hollywood, Sam Worthington, parece ser a chave de um puzzle complexo e que, segundo os envolvidos, promete desenvolver-se durante esta nova trilogia!

Pelas primeiras imagens disponibilizadas, o filme promete um imenso espectáculo de efeitos especiais e explosões, pontuado por grandiosas batalhas entre humanos e máquinas. Porém, a grande diferença face à trilogia inicial (para além de Arnold, é claro!) é o diferente cenário onde a acção se desenrola.
Alguns anos no futuro e depois da explosão atómica perpetuada pela Skynet, o Mundo é um local totalmente diferente daquele onde, vindos do futuro, as máquinas tentavam impedir o nascimento e crescimento do seu futuro opositor. Desta vez os humanos é que são o elemento estranho, num espaço e tempo onde as máquinas parecem levar a melhor, nesta luta desigual.
Espaços áridos, imensos desertos, escassez de recursos e o perigo a espreitar a cada segundo, são o cenário que (n)os espera…

Se a vertente visual e de entretenimento parecem estar garantidas, as minhas renitências situam-se ao nível da qualidade do enredo e do desenvolvimento de personagens. É que se McG é responsável por filmes como We Are Marshall, é também da sua responsabilidade o insosso Charlie’s Angels e a respectiva continuação Full Thottle.

E como já vimos, nos dias que correm, mesmo o melhor fogo-de-artifício sem uma melodia de fundo de qualidade corre o risco de ser totalmente ignorado!

The End Begins já na próxima semana (nos EUA).
Em Portugal será no início do próximo mês!

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